Que ‘a curiosidade matou o gato’ já se sabia. Porém, a curiosidade aliada às redes sociais que proliferam na Internet pode contribuir para ‘matar’ as relações. Um estudo do Departamento de Psicologia da Universidade de Guelph, no Canadá, revela que o Facebook pode provocar situações graves de ciúmes O funcionamento da maior parte das redes sociais – como Facebook, Hi5, Myspace, Netlog, etc. – é quase sempre semelhante e implica uma actualização frequente de cada participante que no seu espaço é impelido a colocar, entre muitas coisas, fotografias, imagens, dados pessoais, interesses, partilhando-o com ‘amigos’ que podem ver e comentar essas informações. Porém, esse fluxo contínuo de informação desperta a curiosidade e pode levar a más interpretações.
"O Facebook permite o acesso a informação a que de outra forma não acederíamos e essa informação carece muitas vezes de contexto", explica Amy Muise, uma das autoras do estudo. É que um comentário banal sobre o perfil de um participante feito por um contacto do sexo oposto pode despertar a suspeita no seu parceiro que passa a acompanhar aquela página, qual espião, só para encontrar mais informações.
As redes sociais acabam assim por expor os seus participantes ao que a investigadora considera serem “detonadores de ciúmes” já que se vêm envolvidos numa “espiral de desconfiança”. O estudo, que envolveu 308 estudantes universitários entre os 17 e 24 anos, mostrou que os sentimentos de insegurança sobre o parceiro podem causar comportamentos curiosos sendo o Facebook o acesso fácil a essa informação.
Privacidade
Um grupo de cinco utilizadores do Facebook na Califórnia apresentou este mês uma acção contra a rede social, alegando que viola as leis de privacidade daquele estado ao divulgar informações pessoais sobre os seus participantes sem os informar devidamente.
Não é a primeira vez que o Facebook está a enfrentar queixas ou críticas pela forma como lida com dados privados, o que levou a empresa no início deste ano a alterar as suas regras de utilização, dando aos utilizadores mais controlo sobre a sua privacidade.
http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=34445&op=all
Tim, em 2009-08-28 às 11:47, disse:
Curioso este estudo do Departamento de Psicologia da Universidade de Guelph. Que apesar de grande parte dos indivíduos já terem percebido (ou deviam), a forma como estas "redes sociais" afectam as relações interpessoais, conseguiu objectivizar e definir (muito bem) o problema: "detonadores de cíumes" e "espiral de desconfiança". Falta adicionar a este facto, a completa inutilidade que é para a Internet os sites de "redes sociais". Em vez de utilizarmos esta grande "teia" que é a Internet para procurar informação preciosa sobre assuntos que nos interessam, andamos a "coscuvilhar" informação que se adquire na compra de revistas "cor-de-rosa".
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